MÃO ME PERGUNTES


Não me perguntes, nunca, onde, nem quando,
ou como este amor louco floresceu,
que até hoje ainda estou me perguntando
e a resposta nem Deus, que é Deus, me deu.


Sei apenas que a vida vai passando...
Na espera, quanto tempo se perdeu,
enquanto segui, tola, procurando
dividir este amor que era só meu...


Lamento ver que o tempo foi perdido,
e, apesar do que tenho padecido,
não meço o amor que sinto por meu pranto;


mas se o medisse, então, eu te diria
que o teu amor tem tanta primazia,
que nem a minha vida vale tanto...


- Maria Nascimento Santos Carvalho -





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